“Como muitos surdos já me falaram, é sentir que Deus fala a minha língua, que Deus sabe Libras. Para o surdo, é uma comunicação real do sagrado com o humano. O mais bonito é sentir-se acolhido, amado, respeitado e verdadeiramente parte da comunidade. É uma experiência de inclusão, pertencimento e encontro com Deus”, finalizou o padre.
Fonte: G1 Piauí
