A investigação foi conduzida pelo Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO), da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), e pelo Centro de Recuperação de Ativos (CRA). Segundo a polícia, há indícios de que funcionários da empresa, entre eles um gerente executivo, criaram empresas de fachada para simular a prestação de serviços, emitir notas fiscais falsas e justificar pagamentos irregulares.
Fonte: G1 Piauí
